Holocausto: lembrar para não repetir

Direitos humanos

Holocausto. Certamente, você já ouviu falar sobre ele, certo?

27 de janeiro é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas. E seu objetivo é lembrar a libertação do maior campo de concentração nazista, Auschwitz.

Mas por que é preciso recordar este triste capítulo da história da humanidade? Talvez você se pergunte.

Na atualidade, ouvimos frases feitas como “quem vive de passado é museu”. Provavelmente, você já escutou algo parecido, não é mesmo?

Então, talvez a História nunca tenha sido tão importante. Mais do que nunca, precisamos dela.

Isso porque o uso da tecnologia nos levou, de fato, a um volume de informações nunca visto.

E, infelizmente, não podemos mais dizer que estamos na era da informação.

Afinal, os mesmos mecanismos tecnológicos fazem com que notícias reais disputem espaço com as fake news. Assim, estamos também numa era de desinformação.

Então, precisamos separar informação de desinformação.

Neste cenário confuso, a História é um bom guia.

Ela nos ajuda e nos indica, sobretudo, os percursos, erros, e também acertos, da humanidade.

Holocausto, Psicologia e Direitos Humanos

E você pode se perguntar: Mas o que a Psicologia tem a ver com isso?

Realmente, eu me orgulho de fazer parte de uma classe que tem seu código de ética baseado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Uma classe de profissionais que fundamenta seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade. Além da dignidade, igualdade e integridade do ser humano.

Sim, é realmente necessário olharmos para nossa história enquanto humanidade. Para, então, encararmos os erros e relembrarmos os fatos. Sobretudo, para que o passado não se repita.

E que possamos, assim, avançar como sociedade. Sempre no sentido de eliminar toda forma de discriminação, opressão, crueldade e violência.


Lara perfilOlá! A psicoterapia é um processo colaborativo, em que juntos, terapeuta e consultante trabalham no desenvolvimento de estratégias mais saudáveis para lidar com as situações. A principal ferramenta é a fala e o próprio encontro, presencial ou online, que oferece um ambiente de acolhimento, escuta e reflexão.

Seja bem-vindo(a) e sinta-se acolhido(a)!



 

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