Ansiedade: um guia para você conhecer os sintomas, causas e tratamentos

O que é ansiedade

Neste texto, você vai entender o que é ansiedade, sintomas, quando ela se torna prejudicial e o panorama no Brasil.

Além disso, vai conhecer suas causas, os fatores de risco e proteção e os principais tipos de tratamento para ansiedade.

Então, vamos lá?

O que é Ansiedade?

ansiedade

A ansiedade é uma reação natural e esperada diante de situações de estresse. 

Assim, todo mundo está sujeito a experimentá-la de tempos em tempos, conforme a situação.

Pode ser por uma notícia na TV, uma entrevista de emprego, uma apresentação em público ou um encontro amoroso, por exemplo.

Logo, em situações como estas, qualquer pessoa pode ficar ansiosa e com sintomas como “borboletas na barriga”, nervosismo e desconforto. 

Quem não já passou por isso?

Geralmente, ela se manifesta como uma sensação difusa e vaga de apreensão e desconforto sobre uma experiência que está perto de acontecer.

É também acompanhada por sintomas físicos como palpitações, aperto no peito, transpiração e desconforto abdominal.

Ao contrário do medo, que é uma reação a situações concretas, a ansiedade é um mecanismo de antecipação de acontecimentos futuros.

Desta maneira, a ansiedade pode tanto ser benéfica quanto prejudicial. Isso dependente das circunstâncias em que aparece, de sua intensidade e persistência.

Quando proporcional à situação e vivenciada de forma pontual, tem a função de nos preparar para uma tomada de ação.

Como a Ansiedade Funciona?

Quando estamos em situação de risco, nosso corpo tenta se preparar para responder à situação. Assim, ativa um sistema conhecido por “luta ou fuga”.

Nele, o sistema nervoso autônomo, então, libera substâncias para ajudar o corpo a se preparar para lutar ou fugir. Este é um mecanismo herdado evolutivamente e que se relaciona com nossa sobrevivência.

Por isso, quando pontual e proporcional à situação, a ansiedade tem uma função de proteção. Pode fazer, por exemplo, com que uma pessoa enfrente um evento de maior risco com preparação e cautela.

Ansiedade é doença?

Normalmente, as pessoas associam a ansiedade a algo negativo, mas não é bem assim.

Ela tem seu papel e sua função em nossas vidas.

Como alerta a The British Psychological Society, a ansiedade, embora desagradável, é parte normal da vida, que pode nos afetar de maneiras e em momentos diferentes.

Quando pontual, tende a impulsionar para uma preparação frente a situações específicas. Isso ocorre devido ao maior estado de alerta que produz. Em certo grau, pode inclusive ser benéfica.

Exemplo de ansiedade normal

Como exemplos, podemos citar uma entrevista de emprego, uma apresentação em público ou o primeiro dia na nova escola.

Em situações como estas, é comum que as pessoas sintam algum grau de ansiedade. Contudo, sem que isso traga maiores prejuízos para o dia a dia.

Desta forma, a ansiedade funciona como um mecanismo de preparação e proteção diante de situação específicas.

Trata-se de uma reação esperada frente a uma situação desconhecida e que, portanto, tende a provocar um estado de maior apreensão.

Neste caso, ela é pontual e não traz maiores prejuízos. Assim, encerrada a situação, a ansiedade retrocede.

Sintomas de Ansiedade

Ansiedade sintomas

A ansiedade pode causar uma variedade de sintomas.

Desta forma, ela pode afetar como você se sente física e mentalmente e também a maneira como se comporta.

Mas nem sempre é fácil reconhecer que este seja o motivo pelo qual você está se sentindo ou agindo de forma diferente.

Por isso, é importante a aprender a identificar seus sinais e sintomas. Este é um primeiro passo para lidar com ela. Assim, é possível desenvolver estratégias mais saudáveis diante da ansiedade.

Sintomas Físicos de Ansiedade

Existe uma variedade de sintomas físicos de ansiedade. Entre eles, estão: batimento cardíaco acelerado, irregular ou mais perceptível, respiração ofegante, falta de ar, sudorese, boca seca.

Acrescenta-se ainda tensão muscular, tremores, tontura, dor de cabeça, dor no peito, perda de apetite, náusea, diarreia, sensação de fraqueza ou cansaço.

Contudo, não significa que uma pessoa apresente todos estes sintomas, mas um conjunto de alguns deles, que varia caso a caso.

Sintomas Psicológicos de Ansiedade

Assim como os sintomas físicos de ansiedade, existe uma vasta gama de sintomas psicológicos a ela relacionados.

Entre eles, pensamento acelerado, irritabilidade, nervosismo, sensação persistente de apreensão, preocupação excessiva e pensamentos frequentes de perigo.

Ainda falta de concentração, dificuldade para relaxar, dificuldade para dormir ou insônia.

Comportamentos associados à Ansiedade

O comportamento de uma pessoa pode, então, ser afetado com a ansiedade. Desta forma, pode haver dificuldade de concentração no trabalho ou estudo e dificuldade em aproveitar o tempo de lazer devido às preocupações.

Panorama da Ansiedade no Brasil

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o Brasil, infelizmente, apresenta o maior número de pessoas ansiosas do mundo.

Mas o que faz do Brasil o campeão em ansiedade?

São 18,6 milhões de brasileiros ou 9,3% da população que convive com os transtornos de ansiedade.

Os fatores de risco para a ansiedade fornecem pistas que auxiliam no entendimento da situação brasileira.

Causas, fatores de risco e proteção

A hipótese mais amplamente aceita é de que múltiplos fatores estejam envolvidos nas causas da ansiedade. Entre eles, fatores genéticos, da biologia cerebral e química, psicológicos e ambientais.

Pesquisa científica realizada pela University Columbia, de autoria do professor do Departamento de Psiquiatria Carlos Blanco e colaboradores,  identificou os principais fatores de risco para a ansiedade

Eles podem ser melhor visualizados em três níveis, assim, desta forma:

-Individuais

-Familiares

-Sociais

Entre os fatores de risco para os transtornos de ansiedade, estão: história de experiências traumáticas, abuso sexual na infância e ambiente familiar conturbado.

Esta pesquisa foi realizada no contexto americano.

Contudo, entender melhor os fatores de risco para a ansiedade nos ajuda a compreender como o Brasil, infelizmente, chegou à primeira posição em ansiedade.

O contexto brasileiro de desigualdade social, pobreza e da convivência com a violência são hipóteses levantadas por alguns especialistas para explicar o posicionamento do Brasil como o país com a maior taxa de ansiedade do mundo.

A identificação dos fatores de risco é especialmente importante porque traz uma dimensão social do problema.

Assim, é possível compreender como políticas públicas amplas podem contribuir para a saúde mental da população, entre elas, políticas de proteção da infância e adolescência e as políticas de proteção social de forma geral.

Os fatores de proteção para ansiedade são menos estudados na literatura científica e ainda não há conclusões definitivas a esse respeito.

No entanto, é sabido que o suporte familiar e social é protetivo para uma série de transtornos mentais e isso inclui os transtornos de ansiedade.

Tipos de Transtornos de Ansiedade

Vimos que a ansiedade é uma reação natural e esperada, conforme a situação, potencialmente para todas as pessoas. 

Ela não é necessariamente um problema, mas requer atenção conforme as circunstâncias e a intensidade em que se apresenta.

Quando sentida mesmo na ausência de situações ansiogênicas (isto é, que provocam ansiedade) ou com intensidade desproporcional ao evento ou situação, então, pede maior atenção.

Adicionalmente, outro alerta é quando passa a interferir nas atividades do dia a dia.

Nestes casos, considera-se a ansiedade patológica. Ela pode tomar uma proporção tão grande e passar a afetar as atividades cotidianas, como os estudos ou trabalho, a vida social e familiar.

Quando patológica, a ansiedade é caracterizada por um estado persistente de alerta e sensação de ameaça que impacta a vida cotidiana de diversas formas.

O desconforto produzido pelos sintomas torna-se intenso e a pessoa pode passar a evitar ou deixar de fazer atividades antes habituais.

Os transtornos de ansiedade diferem dos sentimentos normais de nervosismo ou ansiedade porque envolvem ansiedade excessiva e persistente.

No caso das pessoas com ansiedade severa, os sintomas são frequentes e incapacitantes e podem fazer com que alterem seu estilo de vida para evitar as situações que provocam a ansiedade.

Em casos graves, a pessoa pode, por exemplo, chegar a não sair de casa.

Popularmente, as pessoas que sofrem de ansiedade costumam se referir a ela de forma genérica, mas existem vários tipos de transtorno de ansiedade.

Os mais comuns são: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de ansiedade social.

Cada um dos transtornos de ansiedade apresenta sintomas e características específicos.

A seguir, conheça um pouco mais sobre cada um deles.

Transtorno de Ansiedade Generalizada

O transtorno de ansiedade generalizada é caracterizado por uma preocupação excessiva e persistente que interfere nas atividades diárias.

É acompanhado ainda de sintomas como inquietação, sensação de nervosismo ou fadiga, dificuldade de concentração, tensão muscular ou dificuldade para dormir.

Os sintomas comprometem o trabalho, os relacionamentos familiares e sociais ou causam sofrimento acentuado.

Normalmente, as preocupações giram em torno de questões  cotidianas, como responsabilidades no trabalho e saúde da família ou de questões rotineiras, como tarefas domésticas ou compromissos.

Transtorno de Pânico

O transtorno de pânico se caracteriza pela ocorrência espontânea e inesperada de ataques de pânico.

Eles são períodos relativamente breves (geralmente, de 5 a 30 minutos) de intensa ansiedade com reações físicas como palpitações e respiração acelerada.

Frequentemente, as pessoas com Síndrome do Pânico buscam os serviços de saúde de urgência e emergência em função dos desconfortos físicos, pois acreditam se tratar de problema cardíaco ou início de infarto.

A patir disso, é comum que se inicie uma série de exames para descartar problemas físicos.

É comum, então, que, quando cheguem ao atendimento psicológico, já tenham consultado vários médicos e realizado uma série de exames.

O transtorno de pânico pode vir acompanhado de agorafobia, que é o medo de estar sozinho em locais públicos, como supermercados, em que a saída seria dificultada em caso de um ataque de pânico.

Agorafobia

A agorafobia é o medo de estar em situações em que fugir pode ser difícil ou embaraçoso ou que a ajuda pode estar indisponível ou ser dificultada no caso de sintomas de pânico.

O transtorno de pânico pode vir acompanhado dela.

O medo é desproporcional à situação real vivida, persistente e traz problemas e dificuldades ao dia a dia da pessoa.

Este sentimento ocorre em transportes públicos, espaços abertos, locais fechados, em filas, no meio da multidão ou sozinho fora de casa.

A tendência é que a pessoa com agorafobia passe a evitar ativamente estas situações, o que impacta seu cotidiano. Ainda pode solicitar uma companhia ou persistir com medo intenso nestas situações. 

O diagnóstico relaciona-se com a presença de um medo intenso e constante, que interfere significativamente nas atividades diárias normais.

Quando não tratada, pode se tornar tão grave a ponto da pessoa se sentir impedida de sair de casa.

É considerada uma das fobias mais incapacitantes porque impacta significativamente a capacidade de permanecer em situações fora de casa.

Transtorno Obsessivo-Compulsivo

O transtorno obsessivo-compulsivo inclui a obsessão e a compulsão.

A obsessão é um pensamento, sentimento ou ideia intrusiva ou ruminante. De modo simplificado, é um pensamento que se impõe, mesmo que não se queira pensar sobre ele, e que se repete.

Já a compulsão é um comportamento consciente e recorrente, que, no TOC, passa a ser vivenciado como rituais, como contar azulejos ou objetos ao seu redor, lavar as mãos excessivamente, entre outros.

No transtorno obsessivo-compulsivo, os pensamentos obsessivos aumentam a ansiedade, enquanto a compulsão a diminui. Desta maneira, forma-se a relação entre a obsessão e a compulsão.

Por exemplo, uma pessoa com transtorno obsessivo-compulsivo pode ter pensamentos intrusivos sobre morte e lavar as mãos excessivamente como forma de minimizar estes pensamentos. Neste exemplo, o comportamento compulsivo pode resultar em danos físicos, como descamação e sangramento nas mãos devido ao  excesso das lavagens.

A pessoa com o transtorno obsessivo-compulsivo percebe o caráter irracional dos pensamentos obsessivos, mas não consegue se desprender deles ou das compulsões.

O TOC pode ser incapacitante porque as obsessões e as compulsões, como rituais de limpeza, por exemplo, podem consumir muito tempo e interferir na rotina da pessoa, em seu trabalho, atividades sociais e relacionamentos com amigos e familiares.

Transtorno de Ansiedade Social

Fobia social

O transtorno de ansiedade social, anteriormente chamado de fobia social, é caracterizado por ansiedade e desconforto significativos devido aos sentimentos de vergonha ou a ao medo de passar por humilhação, rejeição ou menosprezo nas interações sociais

Pessoas com transtorno de ansiedade social tendem a evitar as situações sociais e de exposição. Podem também enfrentá-la, contudo, com grande ansiedade.

Exemplos comuns são o medo extremo de falar em público, conhecer novas pessoas ou comer ou beber em público. Em consequência, há dificuldades para a realização das atividades diárias e interferência na vida pessoal, social e no trabalho.

Em função do desconforto acentuado sentido nas interações sociais, pessoas com transtorno de ansiedade social podem restringir o contato social de forma excessiva. Isso tende, então, a produzir uma restrição também em suas vidas quanto às relações interpessoais e relacionamentos sociais, de amizade ou amoroso.

Transtorno de Ansiedade de Separação

O transtorno de ansiedade de separação é descrito por medo, preocupação ou angústia excessivos com a separação daqueles com quem a pessoa está ligada.

Esta avaliação considera a desproporção do sentimento em relação  à idade da pessoa e seu nível de desenvolvimento, sua persistência e ainda os problemas causados por ele na vida cotidiana desta pessoa.

Uma pessoa com transtorno de ansiedade de separação pode estar permanentemente preocupada em perder as pessoas próximas a ela.

Pode também ser relutante ou se recusar a sair de casa ou a dormir longe da pessoa com quem está vinculada. Pesadelos com a separação também podem estar presentes.

Fobias específicas

Uma fobia específica é o medo excessivo e persistente de um objeto, situação ou atividade que geralmente não é prejudicial.

A pessoa fóbica tem consciência de que o medo é excessivo, mas não consegue superá-lo.

As situações ou objetos podem causar tanta angústia que algumas pessoas se esforçam ao máximo para evitá-los.

Entre as fobias específicas estão, por exemplo, o medo de andar de avião e o medo de insetos.

Diagnóstico para os Transtornos de Ansiedade

O diagnóstico dos transtornos de ansiedade é comumente feito por psicólogo, clínico-geral ou psiquiatra.

Em geral, para que uma pessoa seja diagnosticada com um transtorno de ansiedade, dois critérios são fundamentais:

  • Medo ou ansiedade desproporcional à situação ou idade inadequada para esta reação
  • Impedimento em sua capacidade de desempenhar suas atividades cotidianas adequadamente

O diagnóstico deve ser feito de forma cuidadosa e criteriosa.

Os sintomas, sua intensidade e persistência são avaliados não separadamente, mas de forma integrada.

O diagnóstico diferencial é importante, pois delineia, a partir dos sinais e sintomas apresentados, a distinção entre os diferentes transtornos de ansiedade e possibilita, assim, um diagnóstico mais preciso.

É importante dizer que o diagnóstico deve ser um “rótulo” ou uma “etiqueta” para classificar as pessoas.

Na prática clínica, vemos pessoas se autorrotularem e referirem a si mesmas a partir de seus diagnósticos. Isso dá pouca abertura à mudança.

O diagnóstico serve para identificar a situação em um período específico de tempo e ajudar no delineamento do tratamento.

Contudo, não deve definir as pessoas, que estão sujeitas a mudanças em todo seu processo de desenvolvimento ao longo da vida.

Como Tratar a Ansiedade

De acordo com a American Psychiatric Association (APA), os transtornos de ansiedade são os transtornos mentais mais comuns e afetam 30% dos adultos em algum momento de suas vidas.

Entretanto, felizmente, eles têm tratamento e costumam ser eficazes, de forma que ajuda a maioria das pessoas a ter uma vida proveitosa.

O tratamento para ansiedade é feito através de 3 principais formas: a psicoterapia, o tratamento medicamentoso, para casos específicos, e o tratamento combinado, que envolve a psicoterapia e a medicação.

Além disso, como recurso terapêutico adicional, existem as práticas integrativas e complementares.

Segundo o Ministério da Saúde, as práticas integrativas e complementares (PICS) são  formas de tratamento que usam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais.

Podem ser usados na prevenção de diversas doenças ou como tratamentos paliativos em algumas doenças crônicas.

Entre elas, está o Yoga.

Ele passou a integrar, a partir da Portaria Ministerial GM nº 849, de 27 de março de 2017, o rol de novas práticas institucionalizadas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS.

Resultado de estudo de levantamento realizado por Vorkapic e Rangé (2011) sobre investigações clínicas relacionando ansiedade e yoga sugere que esta seja uma intervenção de confiança, bem-sucedida e com boa relação custo-benefício no tratamento dos transtornos de ansiedade, especialmente quando utilizado de maneira complementar à psicoterapia.

É bom lembrar que, como sugere a denominação, as PICs (Práticas Integrativas e Complementares) são complementares ao tratamento.

Como Controlar a Ansiedade

A maioria das pessoas experimenta ansiedade de forma leve e moderada e adoção de algumas estratégias auxiliam em seu controle e gerenciamento.

Nos casos mais severos de ansiedade, orienta-se pela busca do tratamento especializado, que envolve psicoterapia e, em alguns casos, também o uso de medicamentos.

Contudo, as estratégias de controle de ansiedade podem, também nestes casos, ser importantes coadjuvantes no tratamento.

Estas orientações são expandidas daquelas produzidas pelo United Kingdom National Health Service:

Estratégias para Controlar a Ansiedade

Conversa
  • Peça ajuda: tente falar sobre seus sentimentos e preocupações com um amigo ou familiar de confiança ou ainda profissional de saúde
  • Acione sua rede de apoio: considere o apoio de grupos de ajuda mútua no qual as pessoas usam suas experiências para auxiliar umas às outras. Quando conversamos e trocamos ideias, fica mais fácil pensar em diferentes possibilidades para uma situação. Além disso, costuma ser positivo contar com a experiência de pessoas que já passaram por situações semelhantes.
Exercício físico caminhada
  • Pratique exercícios físicos: inclua atividades físicas de sua preferência em sua rotina. Caminhada, natação e yoga podem ajudar a relaxar. Priorize atividades físicas ao ar livre ou em contato com a natureza, se possível (e isso não for ansiogênico para você). Tente aproveitar estes momentos para se desconectar das preocupações do trabalho, estudo ou rotinas domésticas.
yoga
  • Use exercícios de respiração: eles auxiliam no relaxamento e na regularização dos batimentos cardíacos acelerados em decorrência da ansiedade.
  • Melhore suas noites de sono com rotinas regulares para dormir e atividades de preparação para o sono.
  • Adote uma dieta saudável com refeições regulares para manter seus níveis de energia estáveis.
  • Desconecte-se: reserve um tempo para se desconect da internet, smartphones, aplicativos e redes sociais, especialmente à noite, uma ou duas horas antes de dormir.

Não recomendado

  • Evite fazer tudo de uma só vez: ao contrário, defina atividades e ações menores, mais viáveis e realistas.
  • Não pense que está sozinho nesta situação: você pode até morar sozinho, mas há outras pessoas com quem pode contar, além dos serviços públicos de saúde e, conforme o caso, também de assistência social.
  • Evite café, álcool e drogas como forma de controlar a ansiedade: eles poderm ter um efeito tranquilizador momentâneo, mas podem contribuir para problemas de saúde mental. Então, tente evitá-los e adote estratégias mais saudáveis.

Referências adicionais:

American Psychological Association

Kaplan & Sadock. Compêndio de Psiquiatria.

 

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